Silhueta de mulher correndo com lobo sob a lua
Michelle Jacques — Trauma e Transformação

Círculo terapêutico para mulheres

Já vi mulheres chegarem a lugares em três meses que a terapia individual não tinha alcançado em um ano inteiro.

Grupo Terapêutico de Contoterapia com Michelle Jacques. Turma de setembro, vagas abertas.

Abertura

Mulher, você já percebeu que existe um aviso que o corpo dá antes da mente aceitar.

É aquele aperto no estômago quando alguma coisa numa relação está errada, e mesmo assim você continua nela sem nem conseguir explicar exatamente o motivo.

É não lembrar a última vez que fez algo só porque quis, sem que fosse obrigação, sem que fosse pra agradar ninguém.

É fazer tudo o que está ao seu alcance e, ainda assim, dormir com a sensação de que não foi suficiente.

É dizer sim quando o corpo inteiro estava gritando não, e passar o resto do dia se culpando e se perguntando porque fez aquilo.

Se alguma dessas frases fez sentido, quero te contar por que isso acontece, e o que existe do outro lado.

Menina diante da sombra de uma mulher de cabelos ao vento
A mulher que você aprendeu a deixar quieta

A causa real

Olha, talvez você já saiba o nome do seu padrão.

Já entendeu de onde vem o medo de ser abandonada, ou por que é tão difícil colocar um limite sem se sentir culpada por isso.

A cabeça, o racional, sabe. E ainda assim o corpo repete, no automático verdade?

Isso acontece porque, na terapia tradicional, a gente esbarra num tipo de barreira que é a própria mente consciente. Ela foi treinada a se explicar, a se defender, a se proteger, e é essa mesma proteção que trava a mudança bem no momento em que o padrão se repete de novo. Entender com a razão não significa necessariamente mudar o comportamento.

Michelle Jacques de olhos fechados, cabelos ao vento
Silhueta de lobo sob lua crescente

A virada

Existe um caminho que não pede pra você se explicar.

Quando ouvimos um conto, a mente não precisa se defender dele. Não há argumento pra rebater, não há lógica pra vencer. As defesas simplesmente abaixam, e é nessa fresta que mora o que a razão sozinha nunca alcançou.

É esse o coração da contoterapia.

Como funciona

A sessão começa com a leitura de um conto em voz alta.

Michelle Jacques segurando o livro Mulheres que Correm com os Lobos

Este é um dos trabalhos mais potentes que já vi dentro de todos os meus anos de prática clínica.

Encontros
On-line, ao vivo
Em tempo real, com interação
Frequência
Toda quarta-feira
Uma vez por semana
Horário
18h10 às 19h30
Horário de Brasília
Duração
1h20 por encontro
Setenta minutos de círculo
Total
12 encontros
Ao longo de 3 meses
Gravação
Não gravamos
Local seguro, experiência vivida na hora
Presente especial
E-book
Com todos os contos trabalhados no grupo

A base é Mulheres que Correm com os Lobos, de Clarissa Pinkola Estés, entrelaçada com os conceitos da Terapia do Esquema. Não é clube do livro. É voltar a confiar no que o corpo sabe antes da razão explicar, e reencontrar essa mulher selvagem que você aprendeu a deixar quieta.

Para quem é

Talvez esse grupo seja pra você se:

  • Já entendeu seu padrão pela cabeça, mas o corpo ainda repete no automático
  • Está cansada de um jeito que dormir não resolve mais
  • Sente, às vezes, que está cumprindo um roteiro que nunca escolheu escrever
  • Já pensou em fazer terapia em grupo, mas o medo de se expor sempre te fez adiar mais uma vez
  • Concorda com tudo que a pessoa fala só pra evitar o desconforto de discordar
  • Se pega pedindo desculpa por coisas que nem devia
  • Sente que trabalha demais pra ser vista como suficiente, e mesmo assim nunca sente que é
  • Já ouviu "você é forte demais pra sofrer com isso" e engoliu a dor mais uma vez
  • Sabe cuidar de todo mundo, mas nota que no fim do dia, não sobrou tempo/espaço para si

Se alguma dessas frases fez sentido, provavelmente é pra você.

Se o medo apareceu

É natural sentir um frio na barriga antes de entrar num grupo.

A exposição só machuca quando não existe proteção em volta dela.

Por isso eu conduzo cada encontro do início ao fim, cuidando do ritmo, dos limites e do tempo de cada mulher que está ali.

Ninguém precisa entregar mais do que está pronta para compartilhar. Ninguém é obrigada a falar ou ultrapassar um limite que não se sente pronta no momento.

Michelle Jacques sentada em um campo de lavanda
Retrato editorial da condutora do círculo

Condução

Prazer, sou Michelle Jacques.

Escritora, psicóloga e mestre em Psicologia e Educação pela UFPR, com formação internacional em Terapia do Esquema certificada pela ISST e formação em trauma, e antes de tudo uma mulher que já foi uma menina que cresceu dentro de uma seita americana, num mundo fechado onde estudar era proibido e questionar era perigoso, e onde aprendi cedo que o amor vinha sempre misturado com controle, que a obediência era a única virtude permitida e que o mundo lá fora era chamado de perigo.

Quando consegui sair, precisei reconstruir tudo, a identidade, a forma de confiar, a maneira de me relacionar, entendendo aos poucos quais padrões eram meus de verdade e quais eu tinha simplesmente herdado de um ambiente que me moldou antes que eu pudesse escolher qualquer coisa.

Foi esse caminho que me levou até a Terapia do Esquema, a abordagem que finalmente deu nome ao que eu tinha vivido e que hoje sustenta todo o meu trabalho clínico, e foi essa mesma história que virou o livro que escrevi, Florescendo Entre as Rachaduras, uma autobiografia terapêutica sobre reconstruir identidade a partir das marcas que a própria história deixa.

Hoje trabalho com mulheres que sentem que algo se repete nas relações, nas reações, na forma como se veem, e que já perceberam que mudar o comportamento sem entender a origem não resolve nada de verdade.

Não trabalho o sintoma, trabalho a estrutura emocional que o criou, porque esquema não é defeito de caráter, é resposta que fez sentido numa época em que não havia outra saída, e o problema é quando essa resposta continua governando o adulto que você é hoje.

Foi isso que eu vivi na pele, e é isso que ajudo outras mulheres a desarmar.

Provas sociais

Relatos de quem viveu essa experiência

Depoimento de participante 1Depoimento de participante 2Depoimento de participante 3

O investimento

Criei esse projeto do grupo para possibilitar que todas pudessem ter acesso à uma ferramenta que sei que é muito eficaz e potente.

Por isso, o custo mensal de participar é menor do que de uma sessão individual comigo.

Sendo assim, um mês de Contoterapia, quatro encontros de uma hora e vinte, guiados por mim, tem o mesmo valor de uma única sessão sua comigo.

Para complementar, preparei um presente especial, um e-book com os contos trabalhados, que fica com você depois que o grupo termina, para que você possa se manter conectada ao que trabalhamos.

  • Três meses
  • Doze encontros
  • Presente especial

R$ 5.400

10x de R$ 140,65

ou 1x de R$ 1.392,11

Vagas limitadas

A contoterapia pede espelhamento entre as mulheres, e isso não sobrevive numa turma grande. Por isso são poucas vagas nessa turma.

Livro aberto com uma chave antiga sobre as páginas, cercado por flores

Perguntas frequentes

Antes de decidir

Ainda com dúvidas?

Fale comigo pessoalmente.

Se ficou com alguma dúvida, ou se sente que precisa de um apoio a mais para entrar nessa jornada, podemos conversar. Estou aqui para te ajudar a dar esse passo.

O movimento de uma mulher pode abrir caminho para muitas outras.

Se alguma parte desse texto ressoou em você, a turma de setembro está com as vagas abertas e será uma alegria te ter conosco.